domingo, 3 de Janeiro de 2010

Um castelo trabalhado por mim

Tomei coragem e tive mesmo de enfrentar esta situação, de não ter conseguido quando na maior parte das vezes consigo sempre ... é dificil mas dia a dia quero construir a ideia de uma nova conquista pois nunca ouvi dizer que numa construçao de um castelo não houvesse um acidente de trabalho. No entanto, os castelos que eu vi são lindos, imponentes e minunciosamente trabalhados. O meu castelo já teve alguns acidentes de trabalho, no entanto terá mil e uma preciosidades nos recantos de cada divisão, porque cada detalhe terá um toque meu, e a glória, essa sim, estará completa no auge da minha carreira.

quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Eu fui diferente

Fui diferente e agora sou uma fofoca. Tomei uma opção, e agora fiquei diferentes e aprendi a lidar com isso.
A diferença sempre foi recriminada, encontrava-me com ela quase todos os dias e não a conhecia. Agora?! reencarnei-a

quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Concepção

Resolvi, agora retomar este blog, pq passados estes meses, tomei posse e consciencia de mim mesma e revivi um novo pensamento. Dirijo-me entao à grande capacidade do ser humano de ser diferente, ou pelo menos causar surpresa a alguem. De forma mais ou menos infeliz deparo-me com um "mundo superficie" no qual só se identificam os superficiais, portanto. Seremos entao os previsiveiis... os cada vez mais, errantes e vulgares! Analiso porém a estranha forma que temos em comunicar, porque quando nos queremos fazer entender nao só falamos como tudo fazemos para nos evidenciarmos perante o outro e o outro concebe tudo isso e o que disso interpreta. Já deveria ter percebido que cada um de nós, numa estranha contradiçao, nao diz o mesmo de uma mesma maneira...por outro lado, dá a entender algo esperando um gesto que se encaixe na perfeiçao com o conceito bonito de se sentir : telepatia.
Afinal o pensamento, que referi como sendo "novo",nao é, claramente,tao recente. Pois nao...acontece que a cada dia que passa adquiro um novo conceito, uma nova filosofia de uma maneira diferente porque isto sim, é a vida...uma mutaçao, uma aprendizagem, um pensamento...

sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Conhecedor do limite

Um limite que desconheço e que anseio por conhecer...limite de saber, de poder, de conseguir e o limite do conseguir vulgarizar aquilo que realmente o mesquinho acha de mim! Conhecerei sim o meu limite, porque procuro conhecê-lo, nao me cingindo ao satisfatório mas sim enveredando numa procura constante de reconhecer aquilo que sou e não o que os outros acham de mim ! Ser ou não banal, coisa que não valhe qualquer tipo de sinal reconhecedor, se for isto mesmo, serei eu que tentarei descobrir esta simplicidade de ser que eu possivelmente sou ...Chegarei então ao limiar...limiar de um limite, de um único limite...

sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Preciso urgentemente

Preciso de gente que sinta pequenos gestos e se preocupe com os pormenores... quero gente de sentimento porque este mundo gera banilidade e é neste "despreocupar" que tudo se estabelece! É tudo tão bom, quando sentido, para quê acharmos vulgar o que para nós poderá ser bom, verdadeiramente bom ! Uma simples conversa, um simples amanhecer, um simples café ..e nestes momentos, achamo-nos e sentimos tudo na ponta dos dedos mas só por vibrarmos com a vida... O quão bom é nao ser vago de emoções mas sim, possuir uma multidão de sentimentos sobrepostos e enfim respirarmos e deliberarmos que tudo isto, toda esta coisa que é "viver" é bom demais para deixarmos tempo para insensibilidades... Devemos sim ter os pés assentes na terra, mas tambem devemos saber o quão importante é sermos sinceros connosco, com os nossos sonhos e com os sonhos dos outros ... Ter sensibilidade num conjugue perfeito com a razão e por fim sabermos utilizar as palavras e conhecermo-nos e tentar conhecer os outros e assim dormirmos e sonharmos com vida.

sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Ser-se

Criar imagem, criar voz e um criar de consciência daquilo que nós nem sabemos, nem conhecemos. Faltamos com autenticidade, falta-se com alma e então, uma transparência manipula-nos, e por manipular, torna-se ela mesma, a falta de simplicidade e sanidade.
Sabemos o que somos, não precisamos de artificialidades, ou uma segunda pele que nos guarde. Devemos ser, somente nós próprios, porque se não o formos, nunca seremos.
Vive-se de aparências e tudo é alimentado disso, e portanto, um mundo cai num constragimento e num nada, que então se torna no vacúo de tudo e inclusivamente do pouco de puro que temos.

Deveremos ser, existir e nos sentirmos aqui numa metafisica sincera, porque o justificar da nossa vida leva-nos sim ao encontro da razão porque nos encontramos aqui.
Podemos descobrir que é bom demais ser como somos.

sábado, 30 de Maio de 2009

"O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida."

Fernando Pessoa