Criar imagem, criar voz e um criar de consciência daquilo que nós nem sabemos, nem conhecemos. Faltamos com autenticidade, falta-se com alma e então, uma transparência manipula-nos, e por manipular, torna-se ela mesma, a falta de simplicidade e sanidade.
Sabemos o que somos, não precisamos de artificialidades, ou uma segunda pele que nos guarde. Devemos ser, somente nós próprios, porque se não o formos, nunca seremos.
Vive-se de aparências e tudo é alimentado disso, e portanto, um mundo cai num constragimento e num nada, que então se torna no vacúo de tudo e inclusivamente do pouco de puro que temos.
Deveremos ser, existir e nos sentirmos aqui numa metafisica sincera, porque o justificar da nossa vida leva-nos sim ao encontro da razão porque nos encontramos aqui.
Podemos descobrir que é bom demais ser como somos.
Sabemos o que somos, não precisamos de artificialidades, ou uma segunda pele que nos guarde. Devemos ser, somente nós próprios, porque se não o formos, nunca seremos.
Vive-se de aparências e tudo é alimentado disso, e portanto, um mundo cai num constragimento e num nada, que então se torna no vacúo de tudo e inclusivamente do pouco de puro que temos.
Deveremos ser, existir e nos sentirmos aqui numa metafisica sincera, porque o justificar da nossa vida leva-nos sim ao encontro da razão porque nos encontramos aqui.
Podemos descobrir que é bom demais ser como somos.
Mai nada ;)
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