Esta camâra perseguiu-me, senti-me observada, tomada por uma voz, uma sede imensa de vida... Soube tão bem! Sim, soube mesmo bem... Perguntou-me se podia fotografar-me, senti-me nua e acho que havia uma câmara algures. Não a descobri, mas havia... Até ao último minuto, foi tudo tão oculto. Foi sede, foi vida... Foi o querer saber, nada sabendo, e eu também nada sabia. Câmara Oculta.
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