7.6.11

Ali o que é a maior tragédia, aqui não é nada.

Enquanto nós falávamos do rapaz que nos beijou, do episódio do bar, dos castelos de areia, das festas, do quanto nos iria custar voltar à rotina, o mundo cá fora continuava! Atentados, discussões, rancores.... É por isso que me sentir ignorante naquela altura é bom, ali eu descanso, descansamos, não pensamos, molhamos os pés, o resto do corpo e no milésimo de segundo entre o tirarmos a cabeça da água e estarmos com ela embebida na água transparente daquela ilha, nós sabemos que não o queremos, mas sabemos que o temos que fazer!   E assim, mal a tiramos, os cabelos secam um a um, olhamos para o lado e ali está, uma cidade à nossa espera. Ali o que é a maior tragédia, aqui não é nada.          Um isolar, uma ilha....

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